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Apoio contra a Lei da Mordaça

SPW
 
26/1/2017

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfQEUffcPNjWealf0VGjmuP9BvEiHBgjYsBoJtYv6KNOzLYbw/viewform?c=0&w=1

 Precisamos que vocês – de organizações da sociedade civil ao redor do mundo - se juntem a nós nesta corrente contra a Lei da Mordaça (Global Gag Rule).

O presidente dos EUA, Donald Trump, tomou posse no dia 20 de janeiro e, no primeiro dia útil no cargo, restabeleceu a Lei da Mordaça.

Quando esteve em vigor a Lei da Mordaça teve não apenas o efeito de diminuir o acesso aos serviços de planeamento familiar, mas também de interromper o acesso aos mais eficientes e respeitados serviços de saúde. Além disso, algumas redes de referência para o atendimento médico entraram em colapso, com a redução de serviços chave de atenção ao planeamento familiar que passaram a ter que lutar contra uma redução drástica em seus orçamentos deixando clínicas, pacientes, doutores e  comunidades inteiras na incerteza a respeito de como planejar seu futuro e continuar atendendo mulheres necessitadas.

Não há  evidência de que a Regra da Mordaça Global tenha reduzido a incidência do abortamento no mundo. Na verdade, estudo após estudo, o que se evidencia é que, quando as mulheres têm acesso a serviços de planeamento familiar e aos insumos, como os métodos anticonceptivos, a incidência do aborto diminui.

Estamos convocando organizações da sociedade civil em todo o mundo para juntarem-se a nós assinando esta nota, contra a Regra da Mordaça Global. Espero que possamos contar com seu apoio. Para isto, por gentileza, insira a assinatura (neste link) de sua organização até o prazo máximo de sexta-feira, 27 de janeiro. 

Este esforço internacional complementa o esforço inicial que já foi assinado por quase 140 organizações estabelecidas nos Estados Unidos da América do Norte, e que trabalham sobre direitos das mulheres no âmbito nacional e global, saúde global,  políticas de HIV/AIDS, saúde materna e saúde infantil, meio ambiente, fé, LGBT, direitos humanos, desenvolvimento, tráfico, trabalho e comunidades da saúde pública. 

Solicitamos que divulguem amplamente esta mensagem entre suas redes, e que não hesite em nos contatar para fazer qualquer pergunta. 

 
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