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Artigos de Elza Berquó

Elza Berquó
 
12/8/2011

 

• Enjeitados em série (15/5/2011) 
Estado de São Paulo

 • Resistir e aceitar o pluralismo são os seus princípios (21/11/2009) 
Estado.com.br

Políticas públicas foram alvo de crítica no encerramento do Ciclo de Debates “Democracia, Estado Laico e Direitos Humanos” (5/12/2008) 

Juventude ainda é vista com negatividade e não consegue exercer seus direitos sexuais e reprodutivosUm público majoritariamente feminino compareceu ao Auditório Maria Antônia para o terceiro e último dia do ciclo de debates da CCR. Sob o foco “Juventude, laicidade e cidadania”, entraram na pauta a juventude e os desafios de se trabalhar a sexualidade e os direitos sexuais e reprodutivos com a faixa etária mais numerosa da população brasileira, segundo o último CENSO do IBGE.Seguindo a rotina do seminário, a socióloga, pesquisadora e consultora da POLIS, Helena Abramo, abriu os debates com a conferência O Campo da Juventude no Brasil – visões contemporâneas, sem a presença da União Nacional dos Estudantes – UNE, programada para coordernar a palestra. Abramo fez um histórico esclarecedor de como se construiu uma criminalização da juventude desde os anos 70 e falou do surgimento de outros atores da juventude, que a tematizam a partir de diálogos com a Indústria Cultural – os punks, o rock, o hip hop são alguns exemplos disso. A socióloga levantou pontos importantes, como a violência e a exclusão social dos jovens na sociedade de consumo. Quanto às políticas públicas voltadas à juventude, de acordo com a socióloga, a linha dos direitos sexuais e reprodutivos foi a que se desenvolveu mais e a que recebe mais aporte. Helena Abramo destacou, no entanto, que a juventude “é um campo em montagem”.

• Taxa de fecundidade entre os jovens cai ao nível dos anos 80 (5/12/2008) 
Folha de São Paulo

• Começa a segunda fase do Ciclo de Debates “Democracia, Estado Laico e Direitos Humanos”, da CCR (3/12/2008) 

Crítica e questionamento deram o tom No primeiro dia do Ciclo de Debates “Democracia, Estado Laico e Direitos Humanos”, uma platéia interessada e diversa teve a oportunidade de ouvir grandes atores políticos do campo dos direitos humanos, sexuais e reprodutivos do Brasil e da América Latina e a chance de participar do debate que se trava sobre a democracia e a laicidade nas inúmeras instâncias da sociedade brasileira. Estado Laico – e autônomo?Roberto Blancarte abriu o seminário dando um panorama de onde se encontra e como se dá a laicidade na América Latina hoje. Em sua fala, Blancarte, que se declarou um otimista, destacou que Estados Laicos são aqueles onde há liberdade religiosa e que isso significa que o Estado deve salvaguardar a igualdade de todos perante a lei, independentemente de preferências políticas e religiosas, garantindo assim a diversidade. “Na América Latina, em especial no México, há uma cultura do privilégio, e não da igualdade”, atentou Blancarte e emendou: “O Estado deve regular isso, deveríamos buscar os mesmos direitos para todos e o Estado Laico deve cuidar para que não haja descriminação”. O pesquisador também apontou que na América Latina, onde, segundo sua análise, testemunhamos a passagem de um regime de catolicidade para um regime de laicidade, há separação entre igrejas e Estado, mas não autonomia.

 • Só 1/3 consegue fazer laqueadura em SP e Recife, aponta pesquisa (18/9/2008) 
Folha de São Paulo

 • Editoriais FSP: Freada populacional (28/7/2008) 
FSP

• País envelhece com mais rapidez do que se previa (21/7/2008) 
FSP

 • Natalidade caiu até entre menos escolarizados (21/7/2008) 
FSP

33% das mulheres afirmam ter feito sexo aos 15 anos (4/7/2008) 
FSP

 • Brasileiras iniciam vida sexual mais cedo e têm mais acesso a contraceptivos, aponta estudo (3/7/2008) 
Agência Brasil

 • Divórcio aos 30: Mulher sofre mais na hora de recasar (24/6/2007) 
FOLHA DE SÃO PAULO

 

 
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